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Farinha

Quanto custa o quilo da farinha?

R$ 6,13

por kg em setembro de 2026 · era R$ 3,51 em jan/1995

Em cada governo

Quanto subiu ou caiu, em média, por ano de mandato. Toque pra ver no gráfico.

Obs.: Média das capitais pesquisadas pelo DIEESE, emendada mês a mês quando entra ou sai uma cidade. Farinha de mandioca no Norte e Nordeste, de trigo nas demais regiões.

Pra mandar no grupo

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Horas de trabalhoMelhoroujan/1995 → set/2026

50 min

O quilo da farinha custa 50 min de trabalho no salário mínimo.

Em jan/1995 eram 1h 29min. Hoje é 43,9% menos tempo de trabalho.

Ver gráfico →

Fonte: DIEESE e Banco Central

O quilo da farinha em cada governo

Governo FHC 11995–1998Preço↑ 3,7%/anoR$ 3,51 → R$ 4,06Horas de trabalho1h 29min → 1h 18minjan/1995 → dez/1998 · em valores de hoje · série começa depois da posse
Governo FHC 21999–2002

Mais caro e mais horas de trabalho pra pagar.

Preço↑ 11,6%/anoR$ 4,06 → R$ 6,30Horas de trabalho1h 18min → 1h 50mindez/1998 → dez/2002 · em valores de hoje
Governo Lula 12003–2006

Mais barato e menos horas de trabalho pra pagar.

Preço↓ 7,5%/anoR$ 6,30 → R$ 4,62Horas de trabalho1h 50min → 59 mindez/2002 → dez/2006 · em valores de hoje
Governo Lula 22007–2010

Ficou mais caro, mas o salário mínimo subiu mais: pesa menos no bolso.

Preço↑ 3,0%/anoR$ 4,62 → R$ 5,20Horas de trabalho59 min → 56 mindez/2006 → dez/2010 · em valores de hoje
Governo Dilma 12011–2014

Mais caro e mais horas de trabalho pra pagar.

Preço↑ 5,1%/anoR$ 5,20 → R$ 6,35Horas de trabalho56 min → 1h 1mindez/2010 → dez/2014 · em valores de hoje
Governo Dilma 22015–2016

Ficou mais caro, mas o salário mínimo subiu mais: pesa menos no bolso.

Preço↑ 1,5%/anoR$ 6,35 → R$ 6,47Horas de trabalho1h 1min → 59 mindez/2014 → abr/2016 · em valores de hoje
Governo Temer2016–2018

Mais barato e menos horas de trabalho pra pagar.

Preço↓ 1,3%/anoR$ 6,47 → R$ 6,26Horas de trabalho59 min → 57 minabr/2016 → dez/2018 · em valores de hoje
Governo Bolsonaro2019–2022

Mais caro e mais horas de trabalho pra pagar.

Preço↑ 7,6%/anoR$ 6,26 → R$ 8,39Horas de trabalho57 min → 1h 17mindez/2018 → dez/2022 · em valores de hoje
Governo Lula 32023–hoje

Mais barato e menos horas de trabalho pra pagar.

Preço↓ 8,0%/anoR$ 8,39 → R$ 6,13Horas de trabalho1h 17min → 50 mindez/2022 → set/2026 · em valores de hoje
Ver tabela ano a ano
Média de cada ano. Farinha, Brasil. Fonte: DIEESE — Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.
AnoPreço da épocaPreço de hojeHoras de trabalho
1995R$ 0,55R$ 3,701h 22min
1996R$ 0,77R$ 4,501h 34min
1997R$ 0,72R$ 3,901h 21min
1998R$ 0,74R$ 3,891h 17min
1999R$ 0,91R$ 4,561h 29min
2000R$ 0,93R$ 4,391h 24min
2001R$ 0,96R$ 4,221h 14min
2002R$ 1,19R$ 4,821h 21min
2003R$ 1,77R$ 6,271h 42min
2004R$ 1,71R$ 5,681h 29min
2005R$ 1,52R$ 4,711h 10min
2006R$ 1,50R$ 4,4759 min
2007R$ 1,69R$ 4,861h
2008R$ 2,08R$ 5,661h 7min
2009R$ 1,97R$ 5,1257 min
2010R$ 2,03R$ 5,0153 min
2011R$ 2,12R$ 4,9151 min
2012R$ 2,35R$ 5,1550 min
2013R$ 3,92R$ 8,111h 16min
2014R$ 3,61R$ 7,031h 6min
2015R$ 3,29R$ 5,8755 min
2016R$ 3,99R$ 6,541h
2017R$ 4,43R$ 7,041h 2min
2018R$ 4,22R$ 6,4758 min
2019R$ 3,99R$ 5,8953 min
2020R$ 4,37R$ 6,2555 min
2021R$ 4,96R$ 6,5559 min
2022R$ 6,25R$ 7,541h 8min
2023R$ 7,26R$ 8,391h 13min
2024R$ 6,75R$ 7,471h 3min
2025R$ 6,32R$ 6,6755 min
2026R$ 6,04R$ 6,1349 min

Perguntas frequentes

Quanto custa hoje o quilo da farinha no Brasil?
Em setembro de 2026, o quilo da farinha custava R$ 6,13 na média do Brasil. Fonte: DIEESE — Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos.
Quanto custava o quilo da farinha em 1995?
Em janeiro de 1995, o quilo da farinha custava R$ 0,47. Corrigido pela inflação (IPCA), isso equivale a R$ 3,51 em dinheiro de hoje.
Por que corrigir o preço pela inflação?
Porque um real de antigamente comprava mais que um real de hoje. Sem a correção, todo preço parece subir sempre. Com ela, dá pra comparar períodos diferentes de igual pra igual.
De onde vêm esses dados?
Dados da Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, DIEESE (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A correção pela inflação usa o IPCA do IBGE e as horas de trabalho usam o salário mínimo do Banco Central.

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